Andei pensando durante o feriado em como as pessoas têm sido egoístas em suas vidas. Como o ambiente corporativo está dentro da vida de cada um de nós, percebemos colegas que fazem o mínimo para justificar seu salário e acreditam estar fazendo o correto. Não podemos ser precisos, mas podemos imaginar que se perguntem “O que eu ganho em fazer mais?” ou “Já fiz minha parte.”.
No entanto, com um pouco de reflexão, você vai lembrar de situações como estas, que geram ambientes pesados, onde não há interatividade entre colegas de anos. Por vezes não sabemos quem é este profissional que passa 1/3 de seu dia ao nosso lado.
Diante deste cenário, podemos pensar que as coisas não têm mais solução, que devemos deixar assim mesmo. Este nosso
egoísmo vai gerando mais do que ambiente pesado, mas estresse pós-trabalho, mal humor contínuo. Só de pensar em ir ao trabalho, já nos remetemos a este ambiente e vamos perdendo a vontade de produzir, de inovar, afinal, todos fazem
o mínimo.
Realmente isso precisa mudar em nosso ambiente, não só o "Bom Dia!", "Boa tarde" e Boa noite!", mas nos envolvermos mais. No filme chamado "Corrente do Bem" temos uma lição valiosa para este tipo de situação. Seguir esta idéia é voltar a ter prazer no que fazemos, sentir o real sabor do nosso trabalho e ter um relacionamento verdadeiro com nosso colegas.
É um desafio a ser assumido por você a partir de agora. Um "Bom dia!" verdadeiro, um sorriso no rosto, disposição para colaboração e faça algo por alguém hoje.
A idéia é baseada em três premissas: fazer por alguém algo que este não pode fazer por si mesmo; fazer isso para três pessoas; e cada pessoa ajudada fazer isso por outras três. Assim, a corrente cresceria em progressão geométrica: de três para nove, daí para 27 e assim sucessivamente. Pratique isso todos os dias e perceba a diferença.
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