Há algum tempo eu assisti a um vídeo do Prof. Marins,
falando para nos afastarmos das pessoas frustradas. Pessoas
frustradas e desmotivadas criam em torno de si uma halo de intrigas e
negatividade que contamina quem esteja próximo.
Isso me lembrou o adolescente que reclamava da tia que o apresentava
como goleiro. Ela poderia puro e simplesmente credenciá-lo
como seu sobrinho. Aquele sobrinho preguiçoso e bagunceiro,
mas ela via nele mais que isso. O que o menino não se deu
conta, é que a forma com que era apresentado ressaltava uma de
suas qualidades. Pessoas como esta tia exercem o contra-ponto das
pessoas descritas pelo Prof. Marins.
Muitos profissionais se encontram em suas mesas, desanimados e
desmotivados por se dedicarem e nunca ouvirem elogios a seus
esforços, idéias e inovações. Não
há uma tia dentro da empresa que veja nele mais que um
funcionário de baixo salário que faz hora extra para
obter mais “algum” no final do mês.
Há um senso comum de que cumprir seu dever e ser um bom
funcionário, é fazer o óbvio, o mínimo.
Este tipo de pensamento criou um círculo vicioso e por
conseguinte, cumprir suas tarefas é o óbvio, o mínimo.
Mesmo que algumas empresas já venham há anos, motivando
seus funcionários ao cumprimento de metas através de
premiações individuais ou coletivas.
Porém não é necessário uma iniciativa
corporativa para que nos sintamos motivados ou elogiemos nossos
colegas de trabalho, fornecedores e amigos. Você não
precisa da ordem de seu superior para sair distribuindo elogios sobre
o que as pessoas fazem de melhor.
Ressaltar seus pontos fortes é lembrá-los de por que
todos os dias dão um “Bom dia” verdadeiro. É trazer
à tona o sorriso que abrem ao solucionar problemas de nossos
clientes.
O fato de você ler este artigo já é merecedor de
um elogio, de quem busca o conhecimento através da leitura.
Por isso eu repito:
- Você é fantástico!
|