Desde nossa infância vemos as pessoas conversando e queremos
participar, sejam assuntos familiares, queixas, fofocas ou mesmo
compartilhando sonhos. E apenas algumas pessoas se destacam na
família, naquele núcleo poucos são queridos,
requisitados para uma boa conversa. Uma tia preferida, uma avó
carinhosa. O que nunca nos perguntamos é o porque isso
acontece.
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O ser humano interage de forma diferenciada com outras pessoas, mas
somente alguns se destacam na arte de se relacionar. Ainda
relembrando a nossa infância, vamos perceber que a tia querida
fazia algo de diferente das outras tias, era a tia que ligava nos
aniversários e natais e que a avó carinhosa era a
preferida por que sempre cozinhava aquele nosso prato predileto.
Quando avançamos um pouco no tempo e pensamos no colégio,
foi uma época de descobertas. Tempo de socialização
no encontro de novos amigos, tempo de conhecer o amor, mas dentro do
papel fundamental do colégio, que é o de ensinar, havia
aquele professor. E há sempre aquele com o qual nos
identificamos mais. Nem sempre o professor mais popular dava as
provas mais fáceis, mas havia algo que o diferenciava dos
outros.
Avançando ainda mais no tempo, podemos nos recordar de nossas
passagens por uma empresa em que havia aquele colega extrovertido,
que sempre convidava para almoços, toda sexta falava das
festas e as pessoas o cercavam, se aconselhavam com ele.
Há muitos anos as pessoas de sucesso têm posto em xeque
o modelo individual de ser. Modo muito usado por pessoas solitárias
que optam por permanecer anônimas, invisíveis. Umas por
medo de exporem suas fraquezas, outras por medo de inveja, etc...
O que os personagens que nos lembramos faziam, mesmo sem saber, é
que davam atenção às pessoas que estavam à
sua volta. Isto é o que os tornava tão fascinantes e
congregadores, diferenciados da grande maioria, tornavam-se
formadores de opiniões e sabiam manter-se conectados aos
outros ou como se diz em inglês “networking”, praticavam
“network”.
Simpatia, educação, pequenos cuidados e mimos, são
muito apreciados pelas pessoas em geral, que se sentem agraciadas em
um dia monótono e felizes pela lembrança de uma data
especial através de um telefonema.
Tenho um amigo que mantém uma lista de aniversários
imensa, e faz questão de parabenizar os listados todos os
anos. Quando vamos juntos a um evento, sempre há muitos de
seus conhecidos a serem cumprimentados, o que fortalece ainda mais
seu vínculo. Frequentemente envia e-mails para seus amigos e
conhecidos, conversa frequentemente com as pessoas pelo MSN. Enfim,
ele sempre dedica um tempo para seu “network”.
O MSN é um facilitador para este tipo de tarefa. Podemos
rapidamente atingir um grande número de pessoas, praticar a
boa educação e até aprofundar as conversas e
saber a quantas andam suas vidas.
Sites como Orkut e Gazzag permitem inclusive, que indiquemos nosso
tipo de ligação com as pessoas do site, ou interesses
comuns através de comunidades de assuntos específicos.
Nosso “network” não precisa ser direcionando somente a
relações comerciais, mas também de caráter
colaborativo e social.
Se por acaso você não for um “networker”digital
ainda, pegue sua agenda e seu telefone e comece a fortalecer suas
conexões.
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