Conexões Humanas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Cristiano Acosta   
Qua, 10 de Janeiro de 2007 18:02
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Desde nossa infância vemos as pessoas conversando e queremos participar, sejam assuntos familiares, queixas, fofocas ou mesmo compartilhando sonhos. E apenas algumas pessoas se destacam na família, naquele núcleo poucos são queridos, requisitados para uma boa conversa. Uma tia preferida, uma avó carinhosa. O que nunca nos perguntamos é o porque isso acontece.

{mosimage} O ser humano interage de forma diferenciada com outras pessoas, mas somente alguns se destacam na arte de se relacionar. Ainda relembrando a nossa infância, vamos perceber que a tia querida fazia algo de diferente das outras tias, era a tia que ligava nos aniversários e natais e que a avó carinhosa era a preferida por que sempre cozinhava aquele nosso prato predileto.

Quando avançamos um pouco no tempo e pensamos no colégio, foi uma época de descobertas. Tempo de socialização no encontro de novos amigos, tempo de conhecer o amor, mas dentro do papel fundamental do colégio, que é o de ensinar, havia aquele professor. E há sempre aquele com o qual nos identificamos mais. Nem sempre o professor mais popular dava as provas mais fáceis, mas havia algo que o diferenciava dos outros.

Avançando ainda mais no tempo, podemos nos recordar de nossas passagens por uma empresa em que havia aquele colega extrovertido, que sempre convidava para almoços, toda sexta falava das festas e as pessoas o cercavam, se aconselhavam com ele.

Há muitos anos as pessoas de sucesso têm posto em xeque o modelo individual de ser. Modo muito usado por pessoas solitárias que optam por permanecer anônimas, invisíveis. Umas por medo de exporem suas fraquezas, outras por medo de inveja, etc...

O que os personagens que nos lembramos faziam, mesmo sem saber, é que davam atenção às pessoas que estavam à sua volta. Isto é o que os tornava tão fascinantes e congregadores, diferenciados da grande maioria, tornavam-se formadores de opiniões e sabiam manter-se conectados aos outros ou como se diz em inglês “networking”, praticavam “network”.

Simpatia, educação, pequenos cuidados e mimos, são muito apreciados pelas pessoas em geral, que se sentem agraciadas em um dia monótono e felizes pela lembrança de uma data especial através de um telefonema.

Tenho um amigo que mantém uma lista de aniversários imensa, e faz questão de parabenizar os listados todos os anos. Quando vamos juntos a um evento, sempre há muitos de seus conhecidos a serem cumprimentados, o que fortalece ainda mais seu vínculo. Frequentemente envia e-mails para seus amigos e conhecidos, conversa frequentemente com as pessoas pelo MSN. Enfim, ele sempre dedica um tempo para seu “network”.

O MSN é um facilitador para este tipo de tarefa. Podemos rapidamente atingir um grande número de pessoas, praticar a boa educação e até aprofundar as conversas e saber a quantas andam suas vidas.

Sites como Orkut e Gazzag permitem inclusive, que indiquemos nosso tipo de ligação com as pessoas do site, ou interesses comuns através de comunidades de assuntos específicos. Nosso “network” não precisa ser direcionando somente a relações comerciais, mas também de caráter colaborativo e social.

Se por acaso você não for um “networker”digital ainda, pegue sua agenda e seu telefone e comece a fortalecer suas conexões.


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