Antes de 1995, a Internet era reservada a poucos pesquisadores e curiosos por tecnologia. Serviços de troca de arquivos e mensagem estavam se tornando comuns. Porém este universo era reservado, quase que exclusivo aos “nerds” (um equivalente de CDF).
Não demorou muito para a Internet, como serviço de pesquisa acadêmica e troca de e-mails, ter um “boom” em seu uso. Logo em seguida vieram os serviços de bate-papo e um uso comercial mais agressivo através dos web sites de empresas com foco diferente da tecnologia da informação. Esse pano de fundo explica o poder expansivo da grande rede.
Desde seu início a rede se mostrou capaz de reinventar-se através de tecnologias, porém o poder agora está na mão das pessoas. São as pessoas que trouxeram o poder das redes sociais como relações públicas de si mesmas e dos fatos. Dando uma amplitude que vai além do jornal do bairro ou das conversas de bar.
Relacionamentos virtuais deixaram de ser namoros virtuais e ganham força como fonte de contatos profissionais para o cibercidadão comum. São pessoas comuns, que através das redes sociais dão previsão do tempo em tempo real do outro lado do planeja e são as mesmas que oferecem oportunidades de emprego, dividem interesses e principalmente: Conhecimento.
Estas redes sociais que nascem sob o olhar entusiasta de um acadêmico ou visão comercial de uma grande corporação, se recombinam e trazem oportunidades de relacionamento empresarial e negócios.
A última fronteira é mostrar aos profissionais o valor da Internet como mídia e o capital pessoal que as redes sociais tem. A Internet é o meio que permite a reinvenção dos relacionamentos que não se limitam mais aos amigos de infância e colegas de trabalho.
Pense nisso.
Cristiano Acosta é articulista e organizador do FlyDay Network.
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